Saúde, Vó!

A toast with beer, ice cream and empadão.

Hoje foi um dia especial. Seria o aniversário de 93 anos da minha avó. Ela faleceu em Novembro do ano passado. Eu queria uma forma de lembrar dela, mas de um jeito não triste, sem lágrimas, sem flores.

Ela dizia que para ela o mundo podia acabar em empadão, cerveja e sorvete. Então, eu decidi que cozinhar seria a melhor maneira de celebrar hoje.

Eu fiz um empadão e enquanto cozinhava, tomei uma cerveja e depois tomei outra enquanto comia o empadão. Viva! O sorvete será comido daqui a pouco, não se preocupe.

Ela foi muito importante para mim, não queria que hoje fosse um dia triste. A vida dela não foi fácil e os últimos anos ainda mais difíceis. Mas ela era gentil, educada e nossa, eu amava vê-la sorrir com aqueles olhos “cor de burro quando foge” segundo ela mesma. Eram de um azul clarinho lindo.

Ela vive na minha memória. Prost, Vó!

Olá, quarenta!

my birthday card

Acho aniversário uma coisa bem sem graça. Nada comparado a quando eu era criança, que eu achava o máximo! Tinha festa, família, amigos, presentes e bolo garantido para a semana toda. Mas fazer quarenta anos é algo como um marco histórico, né?!

Não por causa daquele velho blablabla de que a vida começa aos quarenta, mas sim porque é mais uma década completa que estou aqui, alegre e saltitante, pela Terra.

MEMÓRIAS DURAM PARA SEMPRE

Em 2006 perdi um grande amigo que conhecia desde pequena. Estudamos juntos e depois meio crescemos juntos. Moramos na mesma rua, compartilhamos experiências, risadas e amigos. A família dele era normal comparada com a minha, e de bônus eu tinha três irmãos e um cachorro. Ele era o mais velho dos três e também completaria 40 anos nesse ano, só tinhamos 6 meses de diferença. Ele foi morto em um assalto em Janeiro de 2006.

Cada ano que passa, eu sempre penso que é um ano a mais sem ele e fico imaginando o que ele estaria fazendo, qual seria a aparência dele e hoje até imagino que estaria super ansioso para ver no cinema a nova versão do Power Rangers!

E naqueles dias cinzas, quando a nuvenzinha desce, pensar que pelo menos eu estou aqui vivendo, sinto que é meio que meu dever viver minha vida e aproveitar cada raio de sol, cada ventinho batendo, cada paisagem nova que eu tenho o privilégio de ver, porque ele não está aqui para fazer essas coisas.

Esse ano também teve um nó na garganta extra: primeira vez que faço aniversário sem minha avó por perto. A sensação é bem estranha, como um pedacinho do quebra-cabeça que se perdeu e não volta mais.

me and my grandma

PARA RESUMIR

Até pensei: ugh! 40 anos já! Mas daí lembrei que nem todos chegaram até aqui, então engoli o mimimi, botei minha roupa de Mulher Maravilha e fiquei pronta para mais um ano.

“Negar sua idade é negar que você tenha sobrevivido.”  – Nikki Giovani

p.s.: o cartão foi presente da minha amiga Carol, e claro, eu amei! 😀

Saudade

Grandma
sau·da·de
souˈdädə/
noun
  1. a feeling of longing, melancholy, or nostalgia that is supposedly characteristic of the Portuguese or Brazilian temperament.

Uma das coisas que mais sinto falta nesses tempos é ligar para minha vó e conversar. Não, ela não faleceu, ainda está viva mas não tem condições de conversar como nós fazíamos. Acho que se ela pudesse escolher viver assim ou ser pózinho de estrela, não tenho dúvida que ela já seria estrelinha, mas esse é outro assunto e bem complexo…

Eu ligava para ela quase todo dia, só para papear mesmo. As vezes tinha algo para contar para ela ou alguma coisa engraçada que eu sabia que ela ia rir bastante, outras vezes eu só estava me sentindo triste e falar com ela mudava meu humor na hora.

Agora já perdi a conta de quantas vezes pego o telefone para ligar para ela e conversar, para ouvir a voz dela, para ouvir ela rindo e dizer para ela o quanto eu sinto falta e quanta diferença ela fez na minha vida. Mas como sabe, as vezes o cérebro é meio babaca, eu tenho essa coisa de “vou ligar pra vó” e um segundo depois eu lembro que eu não posso fazer isso mais.

dia da mulher

Portuguese only, sorry. Maybe I could see if already exists a translated version or do it. 😉

Mais um dia 08 de março chegando e com ele toda aquela ladainha já conhecida. Adoro esse texto da Marjorie Rodrigues e acredito que ele explica muito bem meu sentimento sobre este dia. Não é dia de comemorar, não me dê parabéns. Obrigada.

dispense

Dispense a rosa

Dia 8 de Março seria um dia como qualquer outro, não fosse pela rosa e os parabéns. Toda mulher sabe como é. Ao chegar ao trabalho e dar bom dia aos colegas, algum deles vai soltar: ”parabéns”. Por alguns segundos, a gente tenta entender por que raios estamos recebendo parabéns se não é nosso aniversário (exceção, claro, à minoria que, de fato, faz aniversário neste dia). Depois de ficar com cara de bestas, num estalo a gente se lembra da data, dá um sorriso amarelo e responde “obrigada”, pensando: “mas por que eu deveria receber parabéns por ser mulher?”.

Mais tarde, chega um funcionário distribuindo rosas. Novamente, sorriso amarelo e obrigada. É assim todos os anos. Quando não é no trabalho, é em alguma loja. Quando não é numa loja, é no super-mercado. Todos os anos, todo 8 de Março: é sempre a maldita rosa.

Dizem que a rosa simboliza a  “feminilidade”, a delicadeza. É a mesma metáfora que usam para coibir nossa sexualidade — da super-valorização da virgindade é que saiu o verbo “deflorar” (como se o homem, ao romper o hímen de uma mulher, arrancasse a flor do solo, tomando-a para si e condenando-a – afinal, depois de arrancada da terra, a flor está fadada à morte). É da metáfora da flor, portanto, que vem a ideia de que mulheres sexualmente ativas são “putas”, inferiores, menos respeitáveis.

A delicadeza da flor também é sua fraqueza. Qualquer movimento mais brusco lhe arranca as pétalas.  Dizem o mesmo de nós: que somos o “sexo frágil” e que, por isso, devemos ser protegidas. Mas protegidas do quê? De quem? A julgar pelo número de estupros, precisamos de proteção contra os homens. Ah, mas os homens que estupram são psicopatas, dizem. São loucos. Não é com estes homens que nós namoramos e casamos, não é a eles que confiamos a tarefa de nos proteger.  Mas, bem,  segundo pesquisa Ibope/Instituto Patricia Galvão, 51% dos brasileiros dizem conhecer alguma mulher que é agredida por seu parceiro. No resto do mundo, em 40 a 70 por cento dos assassinatos de mulheres, o autor é o próprio marido ou companheiro.Este tipo de crime também aparece com frequência na mídia. No entanto, são tratados como crimes “passionais” – o que dá a errônea impressão de que homens e mulheres os cometem com a mesma frequência, já que a paixão é algo que acomete ambos os sexos. Tratam os homens autores destes crimes como “românticos” exagerados, príncipes encantados que foram longe demais. No entanto,são as mulheres as neuróticas nos filmes e novelas. São elas que “amam demais”, não os homens.

Mas a rosa também tem espinhos, o que a torna ainda mais simbólica dos mitos que o patriarcado atribuiu às mulheres. Somos ardilosas, traiçoeiras, manipuladoras, castradoras. Nós é que fomos nos meter com a serpente e tiramos o pobre Adão do paraíso (como se Eva lhe tivesse enfiado a maçã goela abaixo, como se ele não a tivesse comido de livre e espontânea vontade). Várias culturas têm a lenda da vagina dentata. Em Hollywood, as mulheres usam a “sedução” para prejudicar os homens e conseguir o que querem. Nos intervalos do canal Sony, os machos são de “respeito” e as mulheres têm “mentes perigosas”.  A mensagem subliminar é: “cuidado, meninos, as mulheres são o capeta disfarçado”. E, foi com medo do capeta que a sociedade, ao longo dos séculos, prendeu as mulheres dentro de casa. Como se isso não fosse suficiente, limitaram seus movimentos com espartilhos, sapatos minúsculos (na China), saltos altos. Impediram-na que estudasse, que trabalhasse, que tivesse vida própria. Ela era uma propriedade do pai, depois do marido. Tinha sempre de estar sob a tutela de alguém, senão sua “mente perigosa” causaria coisas terríveis.

Mas dizem que a rosa serve para mostrar que, hoje, nos valorizam. Hoje, sim. Vivemos num mundo “pós-feminista” afinal. Todas essas discriminações acabaram! As mulheres votam e trabalham! Não há mais nada para conquistar! Será mesmo? Nos últimos anos, as diferenças salariais entre homens e mulheres (que seguem as mesmas profissões) têm crescido no Brasil, em vez de diminuir. Nos centros urbanos, onde a estrutura ocupacional é mais complexa, a disparidade tende a ser pior. Considerando que recebo menos para desempenhar o mesmo serviço, não parece irônico que o meu colega de trabalho me dê os parabéns por ser mulher?

Dizem que a rosa é um sinal de reconhecimento das nossas capacidades.  Mas, no ranking de igualdade política do Fórum Econômico Mundial de 2008, o Brasil está em 10oº lugar entre 130 países. As mulheres têm 11% dos cargos ministeriais e 9% dos assentos no Congresso — onde, das 513 cadeiras, apenas 46 são ocupadas por elas.  Do total de prefeitos eleitos no ano passado, apenas 9,08% são mulheres. E nós somos 52% da população.

A rosa também simboliza beleza. Ah, o sexo belo. Mas é só passar em frente a uma banca de revistas para descobrir que é exatamente o contrário. Você nunca está bonita o suficiente, bobinha. Não pode ser feliz enquanto não emagrecer. Não pode envelhecer. Não pode ter celulite (embora até bebês tenham furinhos na bunda). Você só terá valor quando for igual a uma modelo de 18 anos (as modelos têm 17 ou 18 anos até quando a propaganda é de creme rejuvenescedor…).  Mas mesmo ela não é perfeita: tem de ser photoshopada. Sua pele é alterada a ponto de parecer de plástico: ela não tem espinhas nem estrias nem olheiras nem cicatrizes nem hematomas, nenhuma dessas coisas que a gente tem quando vive. Ela sorri, mas não tem linhas ao lado da boca. Faz cara de brava, mas sua testa não se franze. É magérrima (às vezes, anoréxica), mas não tem nenhum osso saltando. É a beleza impossível, mas você deve persegui-la mesmo assim, se quiser ser “feminina”. Porque, sim, feminilidade é isso: é “se cuidar”. Você não pode relaxar. Não pode se abandonar (em inglês, a expressão usada é exatamente esta: “let yourself go”). Usar uma porrada de cosméticos e fazer plásticas é a maneira (a única maneira, segundo os publicitários) de mostrar a si mesma e aos outros que você se ama. “Você se ama? Então corrija-se”. Por mais contraditória que pareça, é esta a mensagem.

Todo dia 8 de Março, nos dão uma rosa como sinal de respeito. No entanto, a misoginia está em toda parte.  Os anúncios e ensaios de moda glamorizam a violência contra a mulher. Nas propagandas de cerveja e programas humorísticos, as mulheres são bundas ambulantes, meros objetos sexuais. A pornografia mainstream (feita pela Hollywood pornô, uma indústira multibilionária) tem cada vez mais cenas de violência, estupro e simulação de atos sexuais feitos contra a vontade da mulher. Nos videogames, ganha pontos quem atropelar prostitutas.

Todo dia 8 de março, volto para casa e vejo um monte de mulheres com rosas vermelhas na mão, no metrô. É um sinal de cavalheirismo, dizem. Mas, no mesmo metrô, muitas mulheres são encoxadas todos os dias. Tanto que o Rio criou um vagão exclusivo para as mulheres, para que elas fujam de quem as assedia. Pois é, eles não punem os responsáveis. Acham difícil. Preferem isolar as vítimas. Enquanto não combatermos a ideia de que as mulheres que andam sozinhas por aí são “convidativas”, propriedade pública, isso nunca vai deixar de existir. Enquanto acharem que cantar uma mulher na rua é elogio , isso nunca vai deixar de existir. Atualmente, a propaganda da NET mostra um pinguim (?) dizendo “ê lá em casa” para uma enfermeira. Em outro comercial, o russo garoto-propaganda puxa três mulheres para perto de si, para que os telespectadores entendam que o “combo” da NET engloba três serviços. Aparentemente, temos de rir disso. Aparentemente, isso ajuda a vender TV por assinatura. Muito provavelmente, os publicitários criadores desta peça não sabem o que é andar pela rua sem ser interrompida por um completo desconhecido ameaçando “chupá-la todinha”.

Então, dá licença, mas eu dispenso esta rosa. Não preciso dela. Não a aceito. Não me sinto elogiada com ela. Não quero rosas. Eu quero igualdade de salários, mais representação política, mais respeito, menos violência e menos amarras. Eu quero, de fato, ser igual na sociedade. Eu quero, de fato, caminhar em direção a um mundo em que o feminismo não seja mais necessário.

Enquanto isso não acontecer, meu querido, enfia esta rosa no dignissímo senhor seu cu.

Este texto foi escrito pela Marjorie Rodrigues

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saindo do armário

I want to know

Mãe, pai, família e amigos

Eu sei que isso pode ser difícil para vocês, depois de todos esses anos, descobrir algo sobre mim dessa forma. Eu que alguns de vocês vão pensar “Eu sabia!” e outros serão pegos de surpresa, e possivelmente vão pensar “O que eu fiz de errado?”, mas não consigo ignorar essa vontade de contar a verdade, de finalmente me aceitar e ser aceita por quem eu realmente sou.
Eu estou cansada de mentir para vocês, continuar essa fachada que me consome. Vocês não fizeram nada de errado, tentaram o seu melhor, e eu também tentei, por tanto tempo eu tentei me encaixar, entender e me encontrar, mas cada vez que eu tentei, tudo só piorou e eu acabava com mais dúvidas do que respostas. Eu me sinto livre dessa forma, agora eu consigo entender que aceitar a verdade pode realmente te libertar.
Obviamente isto não foi uma tarefa fácil para mim, longe disso. Eu ainda preciso me purificar de todos estes anos tentando me encaixar, tentando encontrar razão onde não há nenhuma. Eu ainda tenho muito a aprender, mudar, deixar essa culpa sem nexo desaparecer e deixar esse peso de centenas de anos de medo e vergonha.
Sim, eu sou ateísta e me orgulho disso.
Eu sei que isso não é para todos e que, infelizmente, a maioria não aceita, respeita ou entende. Eu estou feliz por finalmente ver o mundo com estes novos olhos. Eu posso enfim entender que algumas coisas não são mais importantes, que poder, dinheiro, ambição, inveja, ódio, preconceito e ignorância, essas coisas não significam nada quando em frente a novos valores como amor, respeito, efemeridade, liberdade e igualdade.
Eu não odeio um deus ou deuses, eu simplesmente não acredito que eles existam. Talvez eu mude minha opinião quando, e se, existir alguma evidência, mas no momento, isso não é possível.
Eu não ligo se você tem uma religião ou não, se você acredita em um ou em múltiplos deuses, ou até mesmo no monstro de spaghetti voador, eu não dou a mínima. Para mim, se você é uma boa pessoa, se você me respeita e respeita os outros, ótimo, perfeito, mas por favor, não tente me converter, não me insulte, e não tente forçar suas crenças em outras pessoas. E o mais importante, nunca, nunca, tente passar por cima dos direitos daqueles que pensam de forma diferente da sua. Nunca.
É simples, não deveria ser tão difícil viver em paz.
p.s.: Eu me sinto bem fora do armário.

Hackergotchi

Eu gostava bastante daquele tutorial para fazer hackergotchi do Wouter Verhelst, mas o tempo passou, o GIMP ficou ainda melhor e fazer hackergotchi agora é muuuito mais fácil.

Eu até estava fazendo (aham… fazendo==complicando), mas um amigo deu a dica para usar a ferramenta de seleção “Intelligent Scissors”, que seleciona só a área desejada, sem complicação. Você vai marcando e a ferramenta vai ajustando, se você não gostar, basta adicionar mais um ponto ou corrigir o tal ponto para o lugar certo e pronto. Então, é só recortar, aplicar a sombra (Filters->Light and Shadow->Drop Shadow) e está feito.

Primeira tentativa. O resultado???

Hackergotchi

Nada mau.

p.s.: usei o GIMP 2.8.0

Coisas boas num dia nem tanto

Então, eu leio o feed do Objetos de Desejo, um blog cheio de coisas fofas que eu adoro, e há pouco mais de um mês tinha um post falando de etiquetas de bagagem, personalizadas e melhor, de presente! Achei super legal e resolvi fazer para ver como ficava. Hoje já fazia mais de um mês desde que eu fiz arte e montei as etiquetas direto no site da KLM, que é a empresa que está oferecendo os presentinhos. No fim de semana pensei nelas e até fiquei meio triste porque não tive mais notícias delas, mas hoje elas chegaram pelo correio! Ficaram lindinhas e o material é muito legal. Aqui fica a dica para viajar com etiquetas personalizadas feitas por você mesmo.

Corra que ainda tem etiquetas disponíveis. 🙂

O resto do dia? Foi surpreendentemente agitado, mas acabou em pizza… de mignon com cheddar. 🙂

Há muitas e muitas luas…

Credo, que vergonha. Isso é um blog abandonado, isso sim. Preciso de um plano que me force a escrever pelo menos uma vez por mês, nem que seja algo que dê choque na cama, no celular ou que me acorde as 3h da manhã até eu postar… 🙂

Desde setembro muita coisa mudou. Saí da empresa que eu estava trabalhando, se fosse uma casamento eu diria que foi por incompatibilidade de gênios, e fui trabalhar naPastoral da Criança, onde estou até agora. No último dia primeiro fiz 6 meses de empresa, e sim, ainda estou apaixonada. Tem muita coisa para fazer, para arrumar, para melhorar, mas o mais legal é ter pessoas inteligentes acima de você e que dão todo suporte necessário para que você faça sua parte. Também ajudei a organizar o Enecomp 2009, que foi aqui em Curitiba, no início de setembro. Foi um evento técnico muito bom, com vários palestrantes, uma equipe bem entrosada (e divertida), mas para o público errado. Quando o público quer pão e circo e você só tem palestras, mini-cursos e debates para oferecer fica bem difícil alcançar a meta. A parte boa de tudo isso é que temos boas histórias que o evento rendeu e saber que foi o primeiro e último Enecomp que organizamos. 🙂

Fui para a Latinoware entre chuva, raios e trovoadas, sobrevivemos mesmo com uma equipe pequena e com os ácaros que tentavam me atacar todas as noites… hehehe. Algumas boas surpresas no caminho, como conversas que há alguns anos eu imaginaria improváveis com algumas pessoas (agora) queridas e um jantar cheeeio de queijos e pães deliciosos regado com boas histórias na compania do faw, do Jon e do Dudu. O voo de volta foi quase o mesmo que a viagem de ônibus, mas tudo bem, cheguei inteira, cansada, mas inteira.

Depois disso teve um período meio estressante,  com perdas e danos, mas lá no Natal tudo ficou bem, melhor do que eu poderia imaginar, na verdade. Acho que até vou começar a gostar de Natal depois dessa. 😉

Consegui ficar dois dias na praia, visitando meu pai, entre o Natal e o Ano Novo. Passeamos de barco, demos uma volta por um lado da Ilha do Mel que eu ainda não conhecia, fiquei um camarão no sol, mas tirei várias fotos enquanto tostava.

Depois disso muita coisa boa aconteceu, mas fica para depois, acabou minha hora de almoço e preciso dar jeito numas coisas e caçar um café. Espero não demorar da próxima vez.